quinta-feira, 28 de junho de 2012

2 pores-do-sol no mesmo dia

     No até então prédio mais alto do mundo, Burj Khalifa, você pode experimentar uma coisa muito interessante, ver o pôr-do-sol duas vezes no mesmo dia. Você apenas que ao terminar de ver o pôr-do-sol do térreo, pegar um elevador o mais rápido possível até o último andar, de lá você conseguirá continuar vendo o sol se pôr mor mais 3 minutos.
     Essa diferença de tempo é tão grande que as pessoas esperando pela passagem do Ramadã, que termina quando o sol desaparece no horizonte, precisam esperar mais 2 ou 3 minutos além do normal.
     Mas você não precisa ir até Dubai para ter ideia de como isso funciona, estando sentado em uma praia onde pode se ver o sol se pôr, você tem que esperar até o momento que ele desaparece, e então pular, e você conseguirá ver uma pequena porção dele novamente.
     Utilizando números precisos do experimento na praia ou no prédio você ainda conseguirá calcular o raio do planeta Terra.

      Evandro Sasse

[Calculando o raio da terra]
[vSauce]
[Gizmodo]

Idade indentificada através do cheiro

Na revisata PLoS One foi publicado um estudo realizado por Johan Lundstrom, do Monell Chemical Senses Center, na Filadélfia.
Durante 5 dias indivíduos jovens, de meia-idade e idosos, dormiram com camisetas almofadas nas axilas com o objetivo de absorver melhor o suor e assim captar o odor de cada um deles. Depois essas almofadas foram cortadas em quadrados e colocadas em frascos de vidro.
Os odores foram avaliados por 41 jovens na faixa dos 20 a 30 anos. Eles tinham que adivinhar a idade do "dono" de cada cheiro, além de avaliar se o odor era intenso e desagradável.
O estudo foi bem sucedido e os jovens conseguiram diferenciar o cheiro dos mais velhos para o jovens. Foi observado também que os cheiros dos mais velhos são considerados menos intensos e menos desagradáveis do que os odores dos outros dois grupos etários.
Segundo Lundstrom, os idosos têm um odor nas axilas que os jovens consideram mais neutros. "Isso é surpreendente, dada a concepção popular de que o cheiro dos velhos é desagradável", afirmou o pesquisador.

Bactérias magnéticas podem ajudar na fabricação de “biocomputadores”


Cientistas estudam micróbios que se alimentam de ferro, ao ser ingerido se transforma em pequenos imãs semelhantes aos que são encontrados em discos rígidos de computados, que segundo pesquisadores, pode permitir a fabricação de discos rígidos muito mais rápidos.

Essa bactéria Magnetospirilllum magneticum que é a utilizada na pesquisa, é um micro-organismo naturalmente magnético, que costuma viver em ambientes aquáticos e em regiões aonde o oxigênio é escasso. Ao ingerir o ferro, proteínas dentro de seu corpo interagem com o metal para produzir pequenos cristais do mineral magnetita, o mais magnético existente na terra. Então os cientistas estudam como esses micróbios funcionam e a forma com que os nanoímãs não posicionados dentro de si próprios, para assim aplicar o métodos fora da bactéria, e quem sabe futuramente ser usado para construção de circuitos de discos rígidos.

Em função de escalas tão pequenas para se manipular, os cientistas criaram também os fios biológicos, que são pequenos fios elétricos feitos de organismos vivo. São nanotubos feitos com membrana de células artificias, cultivadas em ambientes controlados, com a ajuda de uma proteína presente nas moléculas de gordura humana.

Esses tubos poderiam, no futuro, ser usados como fios microscópicos produzidos por meio de engenharia genética, capazes de transferir informações- da mesma forma como as células fazem nos nossos corpos- dentro de um computador, e por serem altamente biocompatíveis com o nosso corpo podem no futuro serem usados em cirurgias humanas.


"Estamos rapidamente chegando aos limites da manufatura eletrônica tradicional à medida que componentes ficam menores", disse a coordenadora da pesquisa, Sarah Staniland, da Universidade de Leeds.


Fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/05/120507_bacterias_magneticas_mv.shtml

Por: Mayara.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Descoberta brasileira contra superbactéria

          Durante uma pesquisa de campo na Serra do Mar, um grupo de pesquisadores da empresa Extracta Moléculas Naturais, fundada em 1998 por cientistas brasileiros, encontrou mais uma espécie de planta do gênero Kielmeyera: A Kielmeyera aureovinosa. Posteriormente, em laboratório, o grupo fez testes para testar o potencial antimicrobiano desta e de outras plantas que estavam sendo estudadas. 

          Eles utilizaram etanol de alta pureza para extrair moléculas de partes diferentes da planta (flor, folha, raiz e caule). Depois, esses extratos foram diluídos em solvente universal, e então, testados em culturas de Staphylococcus aureus. A bactéria que é responsável pela maioria dos casos de Fasciíte Necrosante. (Ver postagem sobre a doença)

           Os testes demonstraram que: com o uso de um extrato menor da K. aureovinosa, em relação aos extratos das outras plantas, foi possível eliminar 99,99% das bactérias em uma colônia de S. aureus. O que representa maior eficácia do que outros compostos utilizados como antibióticos, como a meticilina.  
            O composto extraído recentemente, foi batizado de Aureociclina, e também é mais resistente que a Mupirocina – antibiótico sintético utilizado atualmente para combater a S. aureus resistente à meticilina em lesões cutâneas. E, segundo os pesquisadores, para matar uma mesma quantidade de bactérias, é preciso usar 0,25 microgramas de Mupirocina por mililitro, contra apenas metade desse valor da Aureociclina.
    Os antibióticos possuem muitas classificações, e a mais frequente, agrupa-os segundo os mecanismos que utilizam contra os agentes causadores de infecções bacterianas. Alguns alteram a membrana celular, e outros, lesionam a parede da célula. Sendo que a maioria, inibe a síntese dos ácidos nucleicos. Entretanto, os antibióticos devem ser seguros para as células humanas, ou seja, devem produzir uma toxina não prejudicial às células e tecidos humanos.
          

            O antibiótico produzido a partir da planta brasileira, típica do cerrado brasileiro, mais epecificadamente a partir da raiz da mesma, está sendo utilizado na produção de um creme tópico para aplicações sobre lesões cutâneas, principalmente em hospitais, um local propício a se contrair doenças contagiosas. Agora, o desafio da equipe de cientistas é mostrar que Aureociclina não somente combate bactérias isoladas, como também é eficiente no combate à infecção quando a bactéria já venceu o sistema imunológico. O maior empecilho é o alto custo de uma pesquisa tão trabalhosa. 


Fontes:

Por Lucas H. 

Satélite feito por jovens alunos

   Por: Gustavo B.

   Alunos da Escola Municipal Tancredo Neves, em Ubatuba, São Paulo, constroem satélite para ser lançado nos EUA, em 2013.
   O grupo de jovens alunos, que possuem de 12 à 15 anos, auxiliados principalmente pelo professor Candido de Moura, montam kits de nanosatélites, que foram adquiridos através, principalmente, de doações. O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) permitiu aos alunos a utilizar suas instalações, além de auxilia-los com os experimentos.


    Os kits feitos pela empresa californiana Interorbital, pesa em média 750 gramas, possui aproximadamente o tamanho de uma lata de leite em pó e necessita de tecnologia de ponta. A empresa disse que adorou ter um grupo tão jovem trabalhando em seus kits, já que esse grupo está entre os mais jovens do mundo a participar integralmente de um projeto espacial.
   O satélite deve ficar em torno de três meses em órbita, e foi batizado de Tancredo 1. O lançamento está previsto para o início de 2013.




Mais informações: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1105660-alunos-de-sp-montam-satelite-que-sera-lancado-em-2013-nos-eua.shtml

Cientistas espalham dióxido de carbono em floresta para prever o futuro


Uma equipe de cientistas na Austrália ocupou uma floresta perto de Sydney e vai espalhar dióxido de carbono (CO2) entre as árvores para analisar como o planeta pode ficar no ano de 2050.
Foram instaladas seis estruturas gigantescas de fibra de vidro bombeando 20 toneladas do gás por dia na floresta.
O dióxido de carbono está em tanques nos limites da floresta. Dos tanques saem os canos, que passam pelas árvores e chegam às seis estruturas.
O objetivo é observar a floresta para se ter uma ideia já no próximo ano de como ficará o planeta dentro de 40 anos.

Estruturas vão espalhar CO2 em floresta para prever futuro do planeta

Por:Marina

Novo fenômeno mundial.

Nutricosméticos é o mais recente fenômeno mundial no campo da beleza. São pilulas multicoloridas que contem uma associação de vitaminas, minerais, carotenoides e flavonoides, entre outras substancias, com a missão de combater as carências nutricionais, a oxidação dos tecidos e estimular as funções da pele para restaurar a beleza do corpo e do rosto. No Brasil as pilulas pertencem a categoria de suplementos alimentares. As pilulas tratam-se de um conceito de beleza de dentro para fora, que associa beleza e saúde. As pilulas suprem a carência de nutrientes no corpo que podem ser adquiridos através de uma boa alimentação, mas se o caso for optar pelo uso das pilulas devemos saber que os efeitos começam a aparecer pelo menos três meses após o uso regular. E nunca tome o medicamento por conta própria procure sempre um médico e procure saber as contra indicações do medicamento. A empresa líder responsável pelas pilulas é a L´oréal, na qual utilizam a marca com o nome Innéov.

  
Por: Tuane

Inspirado na revista ISTOÉ, do mês de abril.